Pessoas enfrentando o
vento,arriscando as almas
A cidade litorânea decidiu encarar a vida
E seus medos.
Elas têm saudade de calor humano
De tempos em que o sol brilhava
Ou quando podiam ficar debaixo dos cobertores
Junto de seus amores
Ouvindo juntos a sinfonia vinda dos céus.
Hoje elas precisam sobreviver em meio á pequenas chuvaradas.
Sozinhas.
Agora contentam-se com os respingos nos pés...
...
Eu quero é que encharque meu rosto...
Desejo que a chuva o lave ,mas não leve suas lembranças.
Que ouça,mas com apreciação;que a contemple.
Esta não tem culpa dos pecados humanos.
Mas use-a com moderação.

... è por quantas e quantas vezes desejei que a chuva lavasse meu rosto, mas não levasse meus sonhos de garota, que são inevitávelmente dilacerados quando se precisa encarar a vida sozinha,somos lançados aos "pecados" que nos atormentam em culpas e nos fazem implorar por novas chances,que não existirão... pois nada enfim existiu, só a culpa de algo irreal e extinto com o tempo!
ResponderExcluirSeu blog está lindo Bi, cada dia tem escrito com mais intensidade! Amei